sexta-feira, agosto 27, 2004

sobre a cadeira

Este post destina-se apenas a descrever a minha posição neste momento.
Maria

quarta-feira, agosto 25, 2004

Sobre a viagem:

Não vou escrever nada sobre a minha ida ao Brasil. Não estou chateada, não estou aborrecida, ressabiada, nada. Mas simplesmente não tenho palavras para descrever o que vi. Nem uma. Começo a escrever qualquer coisa sobre qualquer um dos sítios onde fui (vide o meu último post) e páro na primeira palavra, porque acho que é sempre muito pouco.
Belo é pouco.
Maravilhoso é pouco.
Paradisíaco é pouquíssimo.
E o jet lag não me permite efectuar esforços muito grandes. Por isso fiquem com a única palavra que consigo escrever e que é minimamente fiel ao que eu achei- nem a propósito, leiam com sotaque brasileiro:

Amei!

Mais uma palavra fidedigna:

Recomendo!

Pronto. Agora se quiserem saber mais sobre o Brasil, leiam livros e revistas de viagens. Se os jornalistas se arriscaram a descrever o que viveram, azar o deles. E mais: acreditem que o que eles disserem é sempre pouco.

Cristina

segunda-feira, agosto 09, 2004

vida

Um casal inseparável. Ao fim de 60 anos ela morre. Ele ainda não sabe, vê-a partir para o hospital, a saúde também já não é muita.
Os filhos decidem não lhe dizer a verdade. Dizem-lhe que está bem, mas não recebe visitas; depois vai para o melhor lar do país, infelizmente a 130kms de distância - Temos que lá ir num fim de semana, quando já estiver ambientada.
Ocultam a morte, e matam-se para não verem o pobre homem morrer.
Maria

Rescaldo do Sudoeste

Em mais uma escrita ao estilo toca & foge, vou-vos relatar a minha recente experiência no sudoeste. Foi bom.
Poderia escrever muita coisa, dizer que o concerto de kraftwerk foi muito semelhante ao do coliseu e muito bom, Franz Ferdinand também foi bom... mas estas coisas podem ler nos jornais da especialidade.
O que marcou mais neste sudoeste foram as casas de banhos. O aspecto era idêntico ao dos outros anos, porém a merda emanava uma deliciosa fragância a flores da montanha. Era assustador, ilusões não provocadas, nunca pensei que fosse possivel fazer aquelas coisas.
Será que nos vamos convencer que o Santana Lopes foi ou está a ser um bom primeiro ministro?
Maria

sábado, agosto 07, 2004

para vocês: uma língua de fora e uma dor de cotovelo

Porque eu vou para para o Brasil...ihihih :p
Vou passar pelo Rio de Janeiro, Búzios, Angra dos Reis e Iguaçu, por isso vou ficar por lá algum tempo...
Prometo tentar fazer alguns posts por lá, nos hotéis por onde for passando ou cyber-cafés... Deve dar!
Sobretudo prometo divertir-me, aproveitar e conhecer um país que promete tanto e descansar! 'Tá legal?

A todos os meus leitores e meus amigos desejo-vos um bom mês de Agosto...E muita dor de cotovelo...
Cristina

sexta-feira, agosto 06, 2004

Gosto desta música...

Da música, dos escritores, dos compositores... Quando a oiço cantada pela Maria Bethânia, vêm-me lágrimas aos olhos - até podia ter causa hormonal, mas neste caso é mesmo a música que é linda. A música não, a canção. E que bela canção.

O Que Tinha de Ser
(Tom Jobim e Vinícius de Moraes)

Int.: Em Em

Porque foste na vida
E7
A última esperança
Am
Encontrar-te me fez criança
B7
Porque já eras meu
Em
Sem eu saber sequer
C
Porque és o meu homem
B7
E eu tua mulher
Em
Porque tu me chegaste
Sem me dizer que vinhas
E7 Am
E tuas mãos foram minhas com calma
C
Porque foste em minh'alma
Am
Como um amanhecer
B7 E (Em)
Porque foste o que tinha de ser

Vem com bónus! Tem as notas para viola para vocês tentarem tocar... Sim, vocês, porque eu não percebo nada de instrumentos musicais. Melhor ainda, vem com notas para me fazerem uma serenata...Aceitam-se serenatas, a ver se subo o meu astral e aumento a minha auto-estima...
Cristina

quinta-feira, agosto 05, 2004

O que é que eu...

...Estou a fazer em casa?
Adeus, vou para a praia...
Cristina

O que apareceu primeiro: o homem burro ou o animal burro?

A meu ver o primeiro foi o homem burro, depois chamaram de burro ao animal. Eu acho isto tudo porque hoje estive ao pé dum animal burro e achei-o muito mais esperto e inteligente que um homem burro...
Assim chego à conclusão que só um homem burro pode ter achado que aquele animal tinha semelhanças com ele para lhe dar o seu nome. Além da teimosia, claro. Talvez numa tentativa de mudar a conotação negativa que a palavra burro tem, se foi isso tenho que admitir que, apesar de ter sido uma tentativa falhada, foi uma tentativa inteligente.
Também é preciso ter em conta que toda esta minha teoria tem como base este animal burro que conheci e alguns animais burros que conheci até hoje.
Salvador

quarta-feira, agosto 04, 2004

Pequena correcção...

...Do post anterior. Quando chegarem à página do link têm que pôr a data 25 de Janeiro de 2004. Aproveitem e leiam mais... A propósito: obrigada Bill Watterson pelas gargalhadas que me concedes.
Cristina

Ai este miúdo!

O Calvin não tem sempre razão. Mas neste caso ele não podia estar mais certo!
É uma vergonha a forma como tratamos o que nos envolve, como se fosse garantido. Uma vergonha!
Cristina

terça-feira, agosto 03, 2004

Sabor a limão

Vieste de longe só para me ver, a lua derramando sobre os móveis da sala, sobre um sofá onde jaziam imóveis livros, onde tu me deitaste e me cumprimentaste com um sorriso de criança e uma dança de adolescente.
Parecemos mais novos quando estamos assim os dois, juntos, abraçados, como sempre deveríamos estar. Mas a manhã seguinte é impiedosa e nós temos filhos que querem ver o pai, que querem brincar com ele, que nos acordam quando estamos com sono logo pela manhã para vermos com eles os desenhos animados. E tu levantas-te e deixas de ser só meu, fazes um pequeno-almoço como só tu sabes, banhados pela claridade da janela,a bandeja sobre a cama. Nunca te esqueces de nada e é por isso que, mesmo estando tão ausente, mesmo me deixando sozinha com três filhos por educar durante meses, nunca amei outro homem. Houve aquela vez do Gouveia, mas logo falámos sobre isso e tudo se resolveu. Não era amor, amor é o que sinto por ti. Pelo Gouveia eram só vontades de mulher como tu tens de certeza vontades de homem nas tuas viagens pelo mundo inteiro.

Espero que não as satisfaças, homem.

Gosto da maneira como me afastas o cabelo da cara, na ombreira da porta de entrada do prédio, onde eu te vou buscar quando chegas, pareço bem por fora mas por dentro estou corroída pela saudade. Gosto da maneira como me dizes que te pareço mais bonita cada vez que voltas. Como suavemente me empurras elevador acima até ao último andar, o único do prédio onde se vê o mar, escolhemos assim para eu te poder suspirar olhando oa zul que te leva para longe.
Gosto que me ligues do navio e digas: "Amanhã chego a casa".
Mas não gosto que mulheres te liguem cá para casa quando cá estás nem gosto que os miúdos te roubem de mim, como fazem sem saber. Porque deixas de ser meu e sinto-te partir estando aqui ao meu lado. Quero atenções, homem, porque estou sozinha e os meus pais nunca quiseram que me casasse contigo, meu marinheiro malandro, acharam que me roubaste o coração porque me tiraste a razão, mas não é isso o amor? E então tenho que ser mãe sozinha sem avós, sem tios, porque todos me viraram as costas e eu só posso esperar por ti.

Tu bem que podias trabalhar com o teu pai no talho.

Cristina

É verdade

Tens toda a razão (mais uma vez). 'Bora celebrar os vivos. Conheço vagamente Chainho- talvez da televisão, talvez só de nome, mas acredita que vou fazer por o ouvir. Uma recomendação tua tem esse peso ;).
Em relação às missionárias e aos estripadores, bem, Maria, isso foi provocador, mas não deixa de ter um fundo certo. No entanto, será que os estripadores por acharem que só assim estão bem não têm uma dose de doença à mistura? É que uma coisa é não estar bem sem ajudar pessoas, outra totalmente diferente é não estar bem sem matá-las. Eu cada vez mais acho que todos têm o seu quê de loucura. O caso da Casa Pia em que foram postos a nú (salvo seja) tantos pedófilos confirmou isso: só uma pessoa mentalmente doente é capaz de abusar sexualmente de uma criança e fazê-lo vezes sem conta... Mas há loucuras e loucuras e, mesmo considerando os riscos de uma missão, é preciso lembrar do quão religiosas costumam ser estas pessoas e como elas confiam em Deus para Ele olhar por elas. O que leva um estripador a matar e a torturar pode também ser a realização pessoal, mas eu acredito que, ao contrário das missionárias onde uma outra causa as move (a fé e a esperança), a outra causa que move os estripadores é mesmo uma doença mental, dizendo-o cientificamente, um "distúrbio do foro psiquiátrico".
Cristina

Ressaca e pensar

De facto eu penso imenso quando estou de ressaca e depois de me teres falado nesse estado de insensatez temporário percebi que era ridículo pensar assim tanto. No fundo, quer dizer que nunca me dou descanso, a não ser na noite que antecede a ressaca (em que estou a beber, portanto). Pensar nos dias normais, nos dias de cansaço físico ou mental, pensar nos dias de descanso e ainda pensar nos dias de ressaca? É demais para uma cabeça só, mas a verdade é que em dias de ressaca eu estou tão mole, tão mole que só consigo estar deitada e pensar na vida.
Por falar em ressaca, Glória, faltaste lá tu sábado, no arraial. Tenho saudades tuas.
Cristina

Instintivamente, Maria

Ainda bem para todos nós e sobretudo para a tão falada cultura nacional que Carlos Paredes foi para além do seu nome para ser verbo da música, senão nunca teríamos ouvido a magia dos seus dedos a arrancar notas que ninguém arranca, senão nunca saberíamos possível existir uma relação de paixão entre um homem e um instrumento musical, senão nunca teríamos conhecido o verdadeiro som da guitarra portuguesa, a não ser a acompanhar uns faduchos populares em Alfama e no Bairro Alto.
Descobri Carlos Paredes há não muito tempo, infelizmente depois da sua doença se ter manifestado, e devo dizer que me seduziu à primeira. Eu andava a ouvir guitarristas de todo o tipo (Jimi Hendrix, Carlos Santana- trabalhos antigos, claro, John Lee Hooker, bom, um pouco de tudo), quando embati com o jazz. Jazz e tal, e embato com Joel Xavier - um guitarrista português que tem trabalhos óptimos e revelou numa entrevista qualquer que uma das suas influências seria Carlos Paredes. Fui procurar temas dele numa curiosidade natural e logo descobri o que andava a perder. Logo as suas peças saltaram-me ao ouvido. Fiquei encantada.
Infelizmente a sua doença não lhe permitiu fazer ainda mais trabalhos - pessoas como ele eu levaria à exaustão, apenas pedindo-lhes trabalho. Ironia da vida a sua doença afectar-lhe precisamente o seu sistema ósseo (mielopatia), sem o qual não poderia tocar guitarra. Sobre doenças prolongadas não vou falar aqui, porque isso me daria tema para um post, mas a verdade é que esta doença trouxe-lhe não só a morte aos 79 anos como lhe roubou anos de vida (a mielopatia foi-lhe diagnosticada em 1993).
Carlos Paredes foi claramente um exemplo de como podemos ser verbo. E obviamente que agora, na sua morte, é nome, e só por uma razão: porque foi verbo em vida.
Cristina

segunda-feira, agosto 02, 2004

missionárias vs estripador

A motivação que leva uma missionária a Africa para ajudar pessoas em condições inimagináveis (para os habitantes desta parte do Mundo que até têm acesso à internet), arriscando a própria vida, e de um estripador não são muito diferentes, para não dizer que são as mesmas.
Ambos fazem o que fazem porque sentem uma enorme vontade para isso, e não se sentem bem se não o fizerem.
Ambos procuram a realização pessoal, e as missionárias não iriam para Africa se não se sentissem muito melhor depois de fazer o que fazem.
Maria

guitarras

Isto de lembrar os mortos é fácil.
Mas os vivos é que cá andam, e agora que falaste de amor pela guitarra lembrei-me do António Chaínho.
Maria

lince ibérico

Acredito que este está a ser o último ano do lince ibérico.
O lince ibérico é (era?) o grande felino mais ameaçado de extinção à escala global. Foram tomadas algumas medidas nesse sentido por cá, relembro a barragem do alqueva, que afundou grande parte do território onde se pensava que este habitava, e alterou toda a paisagem envolvente, com consequências ainda desconhecidas. Relembro a auto-estrada do Algarve, que passa por locais onde se pensa que esta espécie poderia existir.
Os fogos do ano passado também destruiram grande parte do habitat, e este ano a zona continua a arder.
Resta-nos a esperança que os esforços espanhois surtam efeito, mas com o habitat destruído por cá vai ser dificil uma reintrodução, alem disso perdeu-se um património genético que seria importante para a sobrevivência da espécie.
Será muito estranho considerar isto um dos aspectos mais tristes das últimas décadas? Se o virmos como consequência de uma série de politicas que se estiveram a cagar para o ambiente, eu tenho a certeza que não.
Maria

Carlos Paredes

Sugiro a audição do tema "Movimento Perpétuo" às minha amigas e aos demais leitores.
Reparem na respiração. É triste pensar que já não respirará. Mas se pensarmos mais um pouco recordamo-nos que antes da respiração se ir ele já não conseguia tocar assim, brutalmente triste essa morte.
Se as pessoas deixassem de ser nomes para serem verbos a definição de morte teria que ser revista.
Maria

ressacas

Interessante a opinião da minha amiga Cristina, quando disse que a consequência da ressaca que mais aprecia é pensar.
Pois eu aprecio bastante a consequência que a resssaca tem em mim, que é conseguir deixar de pensar. Consigo estar algumas horas a produzir menos pensamentos que uma couve portuguesa ( e não falarei de couves portuguesas que mudaram para couves de bruxelas, porque essas têm tamanho egocentrismo que não conseguem deixar de pensar num esquema para subir um bocadito na horta).
Talvez seja a proximidade da Loucura que me agrada, não o consigo perceber.
Maria

Oops!

Confissão: esotu de férias e não vejo o Telejornal há quase uma semana. E agora?
Cristina

A culpa é do mosquito? - parte II

Descobri uma coisa importante: não é que o Fenistil que eu estou a usar está fora do prazo de validade? Como é que eu vou combater esta calamidade que é o prurido das picadas de mosquito com um medicamento fora do prazo?
Cristina

A culpa é do mosquito?

Sabem aquela música "Toda a gente diz/ a culpa é do mosquito/Toda a gente diz/ mas eu não acredito". Não sei se a culpa é do mosquito ou não mas eu estou picada. Eu estou toda picada. Tenho 35 picadelas, sensivelmente, estrategicamente dispersas pelas pernas, coxas, barriga, braços e antebraços, pescoço.
Não é a primeira vez que isto me acontece: quando eu estava a fazer revisões para o meu último exame (depois do Vilar de Mouros - e depois de não ter ficado com uma única marca de picada de mosquito, ao contrário da Maria e da Vitória que tinham imensas), apareceram-me 31 picadas nos pés e pernas. Fenistil (passe a publicidade) e pronto, passou, lá vai.
Vim para férias. Fui para o campo. E agora tenho, repito, 35 picadas. Ou mais, porque há umas que estão muito junto a outras e eu conto como uma só. Dizem-me os entendidos (a minha mãe e a minha madrinha) que a marca não parece de mosquitos mas de outro insecto qualquer. Talvez umas formigas enormes que eu avistei algures no sábado de manhã...O pior é que isto dá uma coceira danada que o Fenistil não faz parar, só acalma. Isso apoia a teoria de que não sejam mosquitos. Ah! E pulga também não é (disseram-me também os entendidos).

Alguém tem uma explicação?

É que eu não gosto nada desta sensação de sarna. Consigo localizar, uma a uma, as 35 picadelas só pela sensação de prurido. Estou capaz de matar um por um todos os insectos picadores da face da Terra. Fora! Buh! Vou eliminar a família assassina.

Alguém tem sugestões de como?

P.S. E este blog volta a falar em assassínio e a culpa volta a ser minha. Mas desta vez é pelo bem da população mundial!
Cristina

Como estamos numa de letras de canções...

Tenho a melhor letra de sempre para as Vossas Excelências, que é simplesmente este verso brilhante, de crítica social, cariz revolucionário e atenção política: Boing Boom Tschak Ping/ Ping, da música dos Kraftwerk "Boing Boom Tschak".
E repete incessantemente Boing Boom Tschak Ping Boing Boom Tschak Ping Boing Boom Tschak Ping Boing Boom Tschak Ping Boing Boom Tschak Ping.
(Há versões desta música que incluem o verso "Music non stop" e som onomatopeico "Oh oh oh").
Cristina

domingo, agosto 01, 2004

Parabéns, Pedro!

Porque és meu amigo e eu gosto muito de ti, não podia deixar em branco a oportunidade de afirmar perante o Universo (a internet tem esse alcance, sabias?) que fazes amanhã (02/08) anos.
Se calhar nunca vais ler este post, mas um dia este blog será famoso e os seus autores vão ser entrevistados pela Bárbara Guimarães e pela Rita Ferro Rodrigues na Sic Notícias (não que eu queira isso, só se for mesmo para tu leres este post ;p) e aí elas vão perguntar "Dia um de Agosto, você escreve um post intitulado "Parabéns, Pedro!"- o que é que queria dizer com isso?". Queridas Bárbara e Rita, eu não queria dizer nada de especial. Só desejar, perante o Mundo, a um amigo muito querido, pródigo no seu sentido de humor mas parco em juízo (o que só lhe dá graça) um dia feliz e mandar-lhe muitos beijinhos com sabor a bolo de chocolate.
Cristina

Maria

Mar, ria, ia, ar, ri, a, má. Tudo isto em Maria. Foi uma razao da minha escolha.
A esta juntou-se o meu desejo de normalidade e conformidade. Se outros dois autores usam nomes femininos, porque nao usar também!
E nao poderia deixar de homenagear esse icone da simplicidade gastronomica que se apresenta geralmente na forma cilindrica e é reconhecida por bolacha Maria.
Maria

1 de Agosto

É com algum desagrado que me vejo já fora de tempo para colocar este post. Mas este dia nao pode ficar por assinalar. Deixo-vos aqui esta letra do Tim (xutos & pontapés):

"1º de Agosto

É amanha dia 1º de Agosto
E tudo em mim é um fogo posto
Sacola ás costas, cantante na mão
Enterro os pés no calor do chão
É tanto o sol pelo caminho
Que vendo um, não me sinto sózinho
Todos os anos, em praias diferentes
Se buscam corpos sedosos e quentes

Adoro ver a praia dourada
O estranho brilho da areia molhada
Mergulho verde nas ondas do mar
Procuro o fundo pra lhe tocar
Estendido ao sol, sem nada dizer
Sorriso aberto de puro prazer"

Maria